POESIA. EDUARDA DE ANDRADE MENDES

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sábado, 25 de outubro de 2014

livre...

Há uma leve brisa que me corre a alma
como se todas as portas etéreas se abrissem
em suave calmaria.

As cores não são apenas a ilusão subtil de quem sente
mas a verdade de quem as tem

No ar mil fragrâncias se dispõem
numa quasi valsa de segredos...
concretos sentimentos unidos num só tom.

Ao despir o pranto, visto o real de quem vive
as letras e sons... cantadas num bergantim sem penas.


Eduarda

8 comentários:

  1. Maravilhoso renascimento!

    Seja bem-vinda!

    Lídia

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  2. que esa libertad fructifique
    precioso poema Eduarda
    felicitaciones
    un abrazo

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  3. Então, porque caminhos, porque mares, porque povos tem navegado? temos sentido a falta da sua poesia particularmente inspirada. Esperamos o seu regresso ao nosso convívio com o vigor e dignidade da sua palavra. Um abraço. Lucius Antonius

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  4. Então, porque caminhos, porque mares, porque povos tem navegado? temos sentido a falta da sua poesia particularmente inspirada. Esperamos o seu regresso ao nosso convívio com o vigor e dignidade da sua palavra. Um abraço. Lucius Antonius

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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