POESIA. EDUARDA DE ANDRADE MENDES

Amigos

sábado, 25 de outubro de 2014

livre...

Há uma leve brisa que me corre a alma
como se todas as portas etéreas se abrissem
em suave calmaria.

As cores não são apenas a ilusão subtil de quem sente
mas a verdade de quem as tem

No ar mil fragrâncias se dispõem
numa quasi valsa de segredos...
concretos sentimentos unidos num só tom.

Ao despir o pranto, visto o real de quem vive
as letras e sons... cantadas num bergantim sem penas.


Eduarda